terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Marina, bom suas reflexões me.vem como um unguento e bálsamo. O ponto máximo é justamente nos desdobramentos do rebaixmento do nível de consciência justamente pela forma/ forma de dominação ideológica e colonização Cultural. Tanto pelo o uso da força na imposição do medo e na do intelecto, enquanto defensiva na colocação da autoestima elevada como uma questão crucial e vejo que é primeiro saúde mental no que tange todas as questões sociais ocasionado pelos traumas sociais e trans/ ultrageracionais. Quando a gente alcança enxerga no canto do olho. As marcas e sequelas que o racismo e discriminação deixa nesse mesmo povo se torna algo que precisa ser levado em questão, o grito abafado e a voz silenciosa como uma maneira de proteção, no eixo Matriz da síndrome do embotamento comportamental e também esquizoafetivo na ação de complexo de inferioridade e defesa e se torna desgastante em certos casos como em movimentos que se define, mas relações que se constrói em todos os aspectos. Organizar a linguagem e a restruturação do self/ neurônios espelhos primeiro a gente se reconhece tanto em nossos pares com tática e estratégica. Isso faz toda a diferença e depois vem com o coletivo ritual a organização da linguagem. Vejo o povo Preto adoercido, a máscara de oxigênio é importante na hora da turbulência mas primeiro em você é depois nos outros, pois caso contrário morre todo mundo. Evoé!!!
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