sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Vejo atraves publicamente vendo um fetiche e sadismo teen dessa atitude do Coletivo Salve Rainha, de fazer tal ação descabida sem bom senso, pois a questão é muito delicada porque isso pode custa a Saúde Mental do grupo tem que ter método. A primeira pergunta vocês que fazem, qual o real propósito de estamos fazendo isso o motivo!?Em caráter de urgência. É psiquiatria transcultural. Devemos enfatizar o método a memória histórica que precisa ter esse protagonismo. Tipo porque loucura. Eu avistei pessoas adoecidas no salve rainha no ego e na vaidade. E eu conversei isso com o Juninho. Precisar alcançar dimensões maiores.Pois a força do coletivo é grande que transborda e dispersa em pessoas vazias  com o vazio existencial. Existe um método a ser aplicado com essas ações. Essa é a questão!!!Porque é muita celebridade pra pouca humanidade. E precisamos encorajar a pensar sobre saúde mental no âmbito público e não individual como tratar o sucidio como um caso isolado. O Piauí Teresina em especial é adoecido por um julgo e uma condenação. De uma população que não se reconhece suas raízes e identidade.O que precisa fazer é juntar a memória dessa tercitura afetiva e relacional. Trazer a existência aquilo que não existe, pensar em ações de território que é por onde eu comecei.Depois eu me reconheci dentro da saúde mental porque a minha saúde mental depende da sua. Tipo a máscara de oxigênio em um vôo, primeiro em você e depois no outro.Para evitar turbulências. E tudo mundo seguir tranquilo dentro dessas ações propositivas e positivas. Vocês tem que se perguntar o porque estamos fazendo isso ou seja nós mesmos temos as respostas para as nossas perguntas. Toda vez que passo pelo Piauí sei bem o que quero e o desejo de transformação é grande. Mas ela começa de mim primeiro para avançar. Ai a gente faz a descolonização do território mental na psicopolitica da gestão mental.Porque a atuação com propósito e que se estenda em ações locais. E não como uma ação para cumprir uma agenda alusiva ou comemorativa. Me soou muito estranho porque se não fica pedante, a loucura fica sendo vista como algo exótico a ser explorado. Eu atuo com saúde mental porque eu entrei no universo da Loucura, fiz uma residência dentro de um hospício e sou chancelado pelo o que desenvolvo dentro de uma prática. Ou seja as experiencias demonstram. Exige leitura e compreensão outro exemplo sabe minimamente quem é NISE DA SILVEIRA, ANTONIN ARTAUD, ERASMO com a sua nau dos loucos, a história da psiquiatria no Brasil e no mundo, o holocausto brasileiroPrecisaria alcançar os protagonistas tem pessoas que já constroem uma história na saúde mental do Piauí como a Marta Evelin, Leda Trindade, usuários e meus companheiros de luta a longos anos. Tem que ter a voz dos usuários/ clientes inseridos. Nisso justamente o que se busca através de referencias como o VITOR PORDEUS o tratamento humanizado e de inclusão de forma dialoga e colaborativa como assim foi com o HOTEL DA LOUCURA, porque ao contrário disso o Salve Rainha se apresenta como um grupo egoico- egocentrismo exacerbado e excêntrico e vi isso com os meus próprios olhos, para subir tem que descer com humildade e muito diálogo, porque issoxafeta e influenciar na saúde mental das pessoas, o pás inicial tem que ter método, exige enxergar no canto do olho. Porque a indústria farmacêutica vende a doença pra comprar o remédio. E nós combatemos veemente essa lógica manicomial que são as carcereiras do espírito porque atribuem uma hierarquia de dominação ideológica e colonização Cultural no que se chama na relação doente- paciente ou seja aquele que está sempre na espera de resultados ele não possui pro- atividade e não assume o comando para aprender a ser cidadão enquanto protagonista de si e da sua história. O que definem quanto ao uso da psicofarmacoterapia em uso dos psicotrópicos que só aumenrarna taça de dependência do sujeito porque o X da questão é dentro da estrutura social que precisa se modificar e só fazemos isso hostoricizando e nos reconhecendo como uno em sua totalidade ser coletivo é pensar quem nós somos quando nos olhamos na frente do espelho, precisamos nos reconhecer primeiro são dessa lógica do outro, porque o outro é uma dualidade. E eu quero falar e estar para aqueles que não estão dentro desse circuito considerado " cool" devemos alcançar e realizar papéis sociais porque possuímos uma função social e o Hamlet, em Shakespeare nos dar essa orientação como parte de nossa formação do nosso caráter que precisa ser moldado. Os nossos neurônios espelhos tem que ser estimulados dentro da árvore do conhecimento no campo da biologia somos integrados e seres autopoieticos (* Humberto Maturana e Francisco Varela) quando a gente sai do nosso próprio umbigo a gente ampliar nosso campo de visão, e eu percebi com os meus próprios olhos como diz em Macbeth, vi ações de sujeitos egoicos- egocentricos e de pura vaidade não tem acolhimento e nem escuta humanizada. Porque trabalha em coletividade requer de nós uma descolonização da mente e tratar de um assunto como saúde mental é tratar da vida, da nossa maneira de viver, da história de cada, olhar olho no olho, porque existe uma enorme diferença entre ouvir e escutar, ouvir todo mundo ouve agora escutar exige atenção destreza- posicoionamento político e não somente uma grupo que quer cumprir uma agenda sem nem ao menos saber de fato o porque quem são os protagonistas dessa história o porque do adoecimento se baseia nesse princípio da legitimidade. Vamos desconstruir os impérios- castelos- reinados desse tempo, não queremos servos queremos pessoas com capacidade de diálogo que entende as quebradas e promoção da saúde mental de base, para prevenção da depressão e dos demais transtornos frutos de uma violência cotidiana. Eu espero verdadeiramente do fundo do meu coração Lide pode ter esclarecido e que nossa nova estrutura afetiva e relacional se aproxime mais é mais. Ajustando o gesto a palavra e a palavra ao gesto, outra questão falar de luta antimanicomial dentro dos seus processos históricos e desconstruir a lógica manicomial a que estamos submetidos, não se trata somente de algo alusivo para o cumprimento de agenda somente, cadê os aprofundamentos e questões que sejam relacionados aos aspectos Gerais, me parece capricho e isso é muito decadente, e também atua com o que se chama luta antimanicomial não é para alimentar o ego de ninguém, porque assim surge os carcereiros do espírito, as titias da arterapia, as governantas de Auschiwt que são as psicólogas conservadoras e puritanas,  vocês necessitam olhar para um Piauí de forma ampliada, outro ponto tem que ter luta que ela não é isolada em um grupo somente mas que seja coletiva e encorajadora visando o desenvolvimento humano e comunitário dos piauienses e brasileiros como cidadãos, para não tomar como uma apropriação de uma causa que não pertence a vocês, com esses discursos de valorização dos espaços porque a mim não me convence.  Tudo é construído diretamente com os atores e protagonistas dessa história e não como uma imposição ideológica fazendo caras e bocas tipo um editorial de moda, como assim o fazem com aquilo que fora os campos de concentração para tirar fotos turísticas em memoriais, me causa angústia ver um grupo que tem um papel social e influência a sociedade, porque o SALVE RAINHA é um grupo que são formadores de opinião de uma forma que deva ser para refletir, criticar o governo em suas esferas e o que se percebe é uma conivência porque tem algo diálogo direto com a Prefeitura ou pessoas da esfera de governo no Piauí que sei bem que é uma colonização de comportamento do autoritarismo e cheio de subterfúgios da farinha pouca meu pirão primeiro, o que deve se pensar e políticas públicas inclusivas e de discussão direta e nisso sou bem radical eu conhecendo o Piauí em sua totalidade e necessita buscar ações concretas, a exemplo dos autos índices de depressão- violência e suicídio atingindo em sua grande maioria a população empobrecida e periférica, conhecendo de uma realidade cruel injusta e desigual e os governantes e péssimos gestores posando de bons administradores públicos, sendo que são autoritários e tomam decisões na calada da noite, tem que comer muito angu com farinha para alcançar o nível de compreensão dos problemas sociais e buscar soluções efetivas como assim tem ais feito nessas figuras que citei que sonham em ver um Piauí diferente diferente transformador esse é o meu sonho e espero ver isso acontecer enquanto cidadão e filho dessa terra. Att, Edmar Oliveira.