domingo, 26 de março de 2017

Eu acho complexo essas figuras públicas que tem o poder de manipular/ influenciar a sociedade porque não tem opinião sobre o óbvio e se vende por uns trocados, eu questiono muito isso a esses atores propagandistas se vende para quem paga mais, os famosos gogos da fama, do sucesso e do glamour enquanto a população perece pelo descaso público. Essa maioria que visa o assédio, os fãs que vivem numa vida de ilusão e transfere ao artista uma responsabilidade até mesmo dele não ter opinião própria sobre as questões que os cercam, todavia ele me parece que não usa ônibus - metrô- trem lotado, não tem seus filhos em escola pública sucateada, não faz uso do sistema único de saúde, tem moradia adequada com saneamento básico. Onde cerca desse mesmo grupo social que consome os enlatados da midia televisiva por meio das novelas que reproduzem e revelam um comportamento destoante da maioria da população brasileira que consome enlatados e carne barata do comércio artístico. Eu certa vez questionei alguns deáses atores que se consideram artistas famosos, que fazem caras e bocas e não se aprofundam na existência humana, não olha para os lados, sentem a necessidade de serem amados e desejados feito um produto. Eu como um profissional das artes, com um vies voltado ao Teatro e pelas minhas experiências observo esse contexto de ser fã, como um aspecto de projeção onde se devem agradar a gregos e troianos, que devem fazer com que a população que consome e vive enfurnada e entubada na frente da televisão acha que esses mesmos considerados artistas- atores da fama, glamour e sucesso vivem uma vida de sonho encantado e tapete vermelho histriônico, que nada reflete com a realidade. E muitos desses mesmos são vampirizando, sugados e colonizados por esse imaginário social. Daqueles que perecem com o descaso público, a carne fraca desse pódio e que vençam os melhores, mesmo passando por cima de seus valores, posicionamentos como o nosso amigo Dr. Vítor Pordeus diz é muita celebridade, pra pouca humanidade. Um dia pode custa caro aqueles que se vendem a uns trocados, e tornam a repduzir essas atitudes que nada desenvolve e acima de tudo mata a todo dia, uma sociedade morbida de que vale ter altas habilidades, ter competências mas não tem caráter e nem ética de nada vale mesmo. Esse aniquilamento da razão, da capacidade cognitiva e que molda o comportamento humano e sua forma de está no mundo, torno a dizer não queremos fãs, não queremos plateias pois esses mesmos corpos estão adestrados a ficarem em posição de submissão e subserviencia porque não são atores treinados para gerar novos atores protagonistas que se colocam no mundo, levanta a carcaca peitoral e de cabeça erguida o olho no olho, o corpo a corpo, o humano com humano para enfrentar os males que os condicionam e os oprime na sua existência e em toda a sua maneira de viver, hoje com essa visão acho breguice, cafona esse termo eu sou fã de fulano e ciclano porque possuo uma visão libertadora, revolucionaria de mudança radical da sociedade a qual estou inserido e faço essas análises de dentro pra fora e de fora pra dentro, para reconhecer os meus pares e os que nos tornam os nossos opositores eu creio no TAC-Termo de Ajuste de Conduta. O Hotel da Loucura foi uma ameaça porque assumia uma função social e tinha uma lugar justamente de desconstrução desses embo Humanos e afetivos que são regidos pelo emocionalismo de quinta categoria, nessa fase em que me encontro desconfio de pessoas que se emocionam facilmente, esses são facilmente dominados pois lhes falta a razão prática, fora aqueles regido pelos seus egos ferozes, que já chega achando que sabe tudo, necessita de muita escuta, diálogo pois difere do ouvir e escutar pois exige atenção, destreza, discernimento e profunda sabedoria por isso temos dois ouvidos, dois olhos e somente uma boca, ou seja para ouvir mais, observar mais e falar menos. É chegada a hora, somos a mudança que queremos libertem as cadeias, as prisoes e as muralhas ideológicas que reprime nosso ser e viver e não nos permite avançar para olhar para os montes e estamos atento a torre de vigia, eu não admito em hipótese nenhuma levar peso morto na embarcação na nau que vida chegar no outro lado do oceano, na outra margem da ilha. Meus passos e pés estão firmados na rocha, pois ele está seguro em algo muito maior que meus olhos, me coloco em sentinela como um general de guerra, porque essa peleja é coletiva somente se todos tiverem tática e estratégica para virar esse quadro crítico de insegurança, autoritarismo e acima de tudo conquistamos verdadeiramente a nossa autonomia, liberdade e nosso lugar ao sol, olho para os montes , quero tomar posse da terra, da herança que nos foi saqueada, tomada e fomos colonizada mas está anulado e quebrada esse olhar cabisbaixo e de opressão e julgo nos condenando a uma vida servil, silenciada e acima de tudo conivente com o mal que nos cerca, necessita respira fundo. Penso em todos aqueles corpos desde os idos de 2012 com o surgimento do Hotel da Loucura, UPAC em suas incursões e vivências com o OCUPA NISE nessa imersão que buscava ressignifica as práticas em ações coletivas de promoção de saúde, cadê aquele coletivo chamado Norte Comum que mobilizava pessoas de diversos eixos difusores nos Saraus tropicaus enchendo aquele lugar inóspito de poesia, musicalidade e exposição. Cadê essas pessoas que vinham com lindas manifestações euforizadas, o homem que pensou, articulou e idealizou esse espaço como um lugar de vida inteligente, que articulou e mobilizou uma rede colaborativa, cadê essas pessoas que cantavam e dançavam e se colocavam em cena e outros preferiam fazer suas selfies para somente dizer  olha eu estive aqui eu passei nesse lugar, mas será que a fundo compreendeu, entendeu a proposta muito além somente de uma ocupação. Eis as questões que coloco à refletir, as pessoas necessitam de encorajamento psíquico sai do seu umbigo e amplia o campo de visão para o mundo. Outra critica que aponto é na configuracao da projeção emotiva ao filme Nise o coração da Loucura que associo ao fato dessa obra cinematográfica ser encenando por uma atriz global, globalizada que de fato responde a todas as minhas criticas e colocações que colaboram para esse maniqueísmo e fetiche da idolatria porque essa mesma obra não diretamente se refere à obra, legado e história biográfica da mulher, nordestina Nise da Silveira em si mas sim pelo elenco e pela atriz principal ser uma figura pública. O brasileiro em sim é feito uma manada, um gado que é coisificado, gentrificado e aqueles que ousam vencer a mediocridade e ignorância por vias de fato é deixado de lado, muitas das vezes cai no esquecimento,porque temos memória curta e regida por uma egide de controle social, essa é a critica que corresponde e acrescenta ao que um especialista de cinema ou aqueles considerados cinefalos me contempla no caso o João Lima esse que é artista humano e que com uma câmera na mãos fez coisas incríveis, e olhemos esse o clamor que faço para a obra a fundo pelo teor dos conteúdos éticos e estéticos aí sim faremos a diferença para enxergamos no canto do olho. Não quero nada além que venha confronta mas acima de tudo que possa moldar e forjar o nosso caráter eu prefiro ser um artista- humano e ator protagonista e nunca gostei de ser figurante e muito menos ser plateia acho nessa fase que coloco tais pensamentos cafona, careta e feio para uma realidade servil, não queremos fãs. Queremos agentes de transformação humana que possa muda a estrutura da sociedade colonizadora, dominadora e que nossa prática seja libertadora. Valeu!!!

quinta-feira, 16 de março de 2017

Vejo algumas pessoas que colocam esse discurso do feminismo ou do ser feminista, gerando muitas vezes sérios transtornos mentais em mulheres, pois numa avaliação clínica essas lutas seriam diagnósticas como um transtorno mental, como aconteceu na história do surgimento da psiquiatria seria visto como loucura, as mulheres sendo loucas, pelo motivo da histeria eu já vi com os meus próprios olhos vejo desequilíbrio, caos como em outros movimentos a gritaria e isso me assusta tanto como pessoa e como terapeuta. Por isso vejo que todas as questões são de saúde mental e sem unificação de pauta complica ainda mais. A saúde mental é emocional vai para o beleleo. Eu já vi pessoalmente essa situação acontece e me vi num clima de tensão. Os embotamentos dos afetos!!! Acho uma parada muito desequilibrada essas lutas e manifestações pois não tem um fator comum. Se é direitos humanos que seja em sua totalidade. E cansa a mente a Luta da mulher, a Luta do preto/ negro, a  luta do LGBTTs, a luta do deficiente , a luta do partido político, a luta do MST, a luta que não acaba mais. Sinceramente não me envolvo em nenhum movimento a não ser a luta de todos que é a saúde mental minha prioridade máxima. Como ativista dos direitos humanos e pela dignidade vejo que cai na malha oriundo do rebaixamento de níveis de consciência atribuída a dominação ideológica e colonização Cultural midiática. Tenho pavor de quem usa o microfone e megafone e começa no grito como uma imposição ou levantar cartazes sem ter uma função que cumpra os desdobramentos da sociedade e sua finalidade de transformação com ações efetivas. A gente vai seguindo feito um gado sendo ornado e um cordeirinho. Tem a polarização de lados e ocasionando desgastes psíquicos. Precisamos respirar e olhar fundo para os processos históricos que leva a nação no caso o Brasil a todas essas divisões e acima de tudo fruto de uma sociedade injusta, desigual que ainda tem uma parcela com a visão embaraçada e turva no analfabetismo funcional, ao que representa maioria dominada no analfabetismo e semi analfabetismo da colônia a la brasielira e Imperial dos Orleans e Bragança...
O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons.